COMO TRABALHAMOS
Procuramos criar um ambiente que ofereça uma sensação de esperança que favoreça as mudanças de comportamento necessárias para uma vida mais feliz. Habitualmente há um alívio imediatamente após a primeira sessão. É frequente ouvirmos alguém dizer que tirou um peso das suas costas ou que sente uma grande vontade de mudar. De facto, consideramos que qualquer mudança ocorre logo que a pessoa decide marcar uma consulta.

PREÇO DAS CONSULTAS

PRIMEIRA CONSULTA - 75 EUROS
CONSULTAS SEGUINTES - 65 EUROS
Habitualmente há um intervalo de 15 dias entre as consultas.

TERAPIA CONJUGAL
Há alguns sinais e sintomas que permitem identificar uma relação com problemas. Assinalamos aqui alguns sinais que podem indicar a necessidade de uma consulta de Psicoterapia:

*** Conflitos que parecem nunca ficar resolvidos
*** Você e o seu companheiro já não se entendem como antigamente
*** Os seus filhos parecem ter mais poder do que seria suposto
*** Diminuição do desejo sexual ou da paixão
*** Sentimentos de indiferença em relação ao seu companheiro
*** Falta de vontade de partilhar pensamentos e sentimentos com o seu companheiro
*** Diminuição da afectividade
*** Ênfase nos aspectos negativos da relação
*** Ausência de risos e divertimento quando estão juntos
*** Sentimento de maior bem-estar no trabalho do que em casa
*** Suspeitas de que o seu companheiro tem um caso extraconjugal
*** Apenas um dos membros do casal toma as decisões
*** Um dos membros do casal parece mais preocupado com a sua famí­lia de origem do que com a família atual.

A procura de um profissional pode ajudar a melhorar a sua qualidade de vida mais rápido do que possa pensar. Embora cada casal seja diferente, e não possamos prever o número de sessões necessárias para que haja melhorias significativas, ocorrem normalmente mudanças positivas muito rapidamente. Quanto mais rapidamente procurar ajuda, mais rapidamente conseguirá melhorar a sua relação.

TERAPIA INDIVIDUAL
Eis algumas situações indicadoras de que você pode estar a precisar da ajuda de um profissional:

* Sente-se frequentemente irritado(a) e acha que tudo o (a) enerva
* Sente dificuldade em concentrar-se ou em tomar decisões
* Sente que atingiu o limite
* Sente-se frequentemente tenso(a)
* Acorda a meio da noite e/ou tem dificuldade em adormecer
* Já não ri das coisas que os outros acham engraçadas
* Não consegue deixar de pensar numa situação que o(a) traumatizou, mesmo depois de ter passado algum tempo
* Sente-se cansado(a) e não consegue relaxar
* Sente que os outros não gostam de si
* Tem menos energia do que as outras pessoas
* Tem passado por problemas alimentares (anorexia ou bulímia)
* Sente-se desmotivado(a) em relação ao seu trabalho
* Sente frequentemente vontade de chorar
* Sente-se desmotivado(a) em relação ao futuro.
Algumas pessoas experienciam, depois de uma crise, situações de grande desgaste emocional. De facto, quanto mais ameaçadoras forem essas crises, maior a probabilidade de passarmos por efeitos pós-traumáticos. O recurso a um profissional pode ajudar a recuperar mais rapidamente de uma situação deste tipo.

TERAPIA FAMILIAR

Os problemas parecem ocorrer nas piores alturas. E quando surgem parece não haver forma de desaparecerem. De facto, os problemas conjugais, os problemas com os filhos, com os nossos próprios pais, ou com colegas constituem normalmente uma fonte de stress e tristeza. Por vezes são as pequenas dificuldades quotidianas que ganham proporções incontroláveis enchendo as relações de tensões e conflitos. Eis algumas situações a que a Terapia Familiar pode responder:

* A sua relação com os seus filhos e/ou pais tende a piorar
* O seu casamento/ a sua relação não é aceite pela sua família ou pela do seu companheiro
* As suas relações amorosas tendem a terminar depressa demais
* Você tem discussões frequentes com familiares, amigos ou colegas
* As outras famílias parecem dar-se melhor do que a sua
* Os membros da sua família dão-se mal sempre que estão juntos
* Um dos membros da sua família está estranho, isola-se ou sente-se incompreendido
* Os problemas da sua famí­lia tendem a prolongar-se e nunca são resolvidos
* Os membros da sua famí­lia não são capazes de confortar os outros em momentos de crise
* Um dos membros da sua família agride verbalmente os outros.

BLOGUE

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

AUTO-IMAGEM E COMPORTAMENTO SEXUAL

A percepção de uma pessoa acerca da sua própria imagem pode ser muito diferente da realidade. Quantas vezes já nos deparámos com uma colega magra que insiste em afirmar que está gordíssima? Infelizmente, estes pensamentos distorcidos podem fazer parte de um quadro clínico complexo, como acontece na anorexia nervosa. Mas este não é o único risco associado à forma como pensamos quando se trata da nossa imagem.

O facto de alguém se sentir profundamente insatisfeito com o próprio corpo – porque é demasiado magro, demasiado gordo, muito alto, muito baixo, pouco musculado – pode ser determinante em termos da capacidade para construir relações sociais saudáveis. Estas distorções têm um peso ainda mais significativo entre a população adolescente, cuja personalidade está ainda em formação.

Quanto melhor o adolescente se sentir com o seu corpo, maior será a probabilidade de estabelecer relações equilibradas com o grupo de pares. Pelo contrário, quando um adolescente tem uma percepção negativa acerca da sua imagem – mesmo que seja distorcida – os riscos são significativos. Por exemplo, um estudo americano recente mostrou uma correlação entre a imagem das adolescentes e os comportamentos de risco relacionados com a sua sexualidade:
• Dentre as adolescentes brancas, aquelas que se vêem a si mesmas como magras demais, independentemente de o serem ou não, têm uma probabilidade maior de se terem envolvido com 4 ou mais parceiros sexuais.
• As adolescentes brancas com excesso de peso têm uma probabilidade maior de terem relações sexuais sem usar preservativo.
• Dentre as adolescentes negras, aquelas com peso a menos têm uma probabilidade maior de se envolverem sexualmente sem o uso de preservativo.
• Entre as adolescentes negras com excesso de peso há uma probabilidade maior de se terem envolvido com 4 ou mais parceiros sexuais.

Estes resultados são particularmente significativos, na medida em que nos permitem concluir que a percepção que as adolescentes formam acerca da sua imagem corporal é tão importante como o seu peso real.

A verdade é que, quando um jovem aceita o próprio corpo, a sua auto-estima é mais elevada, assim como a probabilidade de desenvolver competências sociais, como a assertividade. Um adolescente assertivo é capaz de dizer não; é capaz de fazer escolhas sem se sentir dominado pela pressão do grupo de pares.