PSICOLOGIA CLÍNICA, TERAPIA FAMILIAR E DE CASAL: COMO TRABALHAMOS

Procuramos criar um ambiente que ofereça uma sensação de esperança que favoreça as mudanças de comportamento necessárias para uma vida mais feliz. Habitualmente há um alívio imediatamente após a primeira sessão. É frequente ouvirmos alguém dizer que tirou um peso das suas costas ou que sente uma grande vontade de mudar. De facto, consideramos que qualquer mudança ocorre logo que a pessoa decide marcar uma consulta.

PREÇO DAS CONSULTAS

PRIMEIRA CONSULTA - 75 EUROS
CONSULTAS SEGUINTES - 65 EUROS
Habitualmente há um intervalo de 15 dias entre as consultas.

CONSULTAS DE PSICOLOGIA, TERAPIA FAMILIAR E DE CASAL VIA SKYPE

As consultas de Psicologia e Terapia Familiar via skype funcionam da mesma maneira que as consultas presenciais, à exceção do pagamento (que é feito antecipadamente).

TERAPIA DE CASAL
Terapia Familiar em Lisboa
Há alguns sinais e sintomas que permitem identificar uma relação com problemas. Assinalamos aqui alguns sinais que podem indicar a necessidade de uma consulta de Psicoterapia:

*** Conflitos que parecem nunca ficar resolvidos
*** Você e o seu companheiro já não se entendem como antigamente
*** Os seus filhos parecem ter mais poder do que seria suposto
*** Diminuição do desejo sexual ou da paixão
*** Sentimentos de indiferença em relação ao seu companheiro
*** Falta de vontade de partilhar pensamentos e sentimentos com o seu companheiro
*** Diminuição da afetividade
*** Ênfase nos aspectos negativos da relação
*** Ausência de risos e divertimento quando estão juntos
*** Sentimento de maior bem-estar no trabalho do que em casa
*** Suspeitas de que o seu companheiro tem um caso extraconjugal
*** Apenas um dos membros do casal toma as decisões
*** Um dos membros do casal parece mais preocupado com a sua famí­lia de origem do que com a família atual.
Terapia de casal em Lisboa

A procura de um profissional pode ajudar a melhorar a sua qualidade de vida mais rápido do que possa pensar. Embora cada casal seja diferente, e não possamos prever o número de sessões necessárias para que haja melhorias significativas, ocorrem normalmente mudanças positivas muito rapidamente. Quanto mais rapidamente procurar ajuda, mais rapidamente conseguirá melhorar a sua relação.

TERAPIA INDIVIDUAL
Terapia familiar e Individual em Lisboa
Eis algumas situações indicadoras de que você pode estar a precisar da ajuda de um profissional:

* Sente-se frequentemente irritado(a) e acha que tudo o (a) enerva
* Sente dificuldade em concentrar-se ou em tomar decisões
* Sente que atingiu o limite
* Sente-se frequentemente tenso(a)
* Acorda a meio da noite e/ou tem dificuldade em adormecer
* Já não ri das coisas que os outros acham engraçadas
* Não consegue deixar de pensar numa situação que o(a) traumatizou, mesmo depois de ter passado algum tempo
* Sente-se cansado(a) e não consegue relaxar
* Sente que os outros não gostam de si
* Tem menos energia do que as outras pessoas
* Tem passado por problemas alimentares (anorexia ou bulímia)
* Sente-se desmotivado(a) em relação ao seu trabalho
* Sente frequentemente vontade de chorar
* Sente-se desmotivado(a) em relação ao futuro.
Algumas pessoas experienciam, depois de uma crise, situações de grande desgaste emocional. De facto, quanto mais ameaçadoras forem essas crises, maior a probabilidade de passarmos por efeitos pós-traumáticos. O recurso a um profissional pode ajudar a recuperar mais rapidamente de uma situação deste tipo.

TERAPIA FAMILIAR
Terapia Familiar em Lisboa

Os problemas parecem ocorrer nas piores alturas. E quando surgem parece não haver forma de desaparecerem. De facto, os problemas conjugais, os problemas com os filhos, com os nossos próprios pais, ou com colegas constituem normalmente uma fonte de stress e tristeza. Por vezes são as pequenas dificuldades quotidianas que ganham proporções incontroláveis enchendo as relações de tensões e conflitos. Eis algumas situações a que a Terapia Familiar pode responder:

* A sua relação com os seus filhos e/ou pais tende a piorar
* O seu casamento/ a sua relação não é aceite pela sua família ou pela do seu companheiro
* As suas relações amorosas tendem a terminar depressa demais
* Você tem discussões frequentes com familiares, amigos ou colegas
* As outras famílias parecem dar-se melhor do que a sua
* Os membros da sua família dão-se mal sempre que estão juntos
* Um dos membros da sua família está estranho, isola-se ou sente-se incompreendido
* Os problemas da sua famí­lia tendem a prolongar-se e nunca são resolvidos
* Os membros da sua famí­lia não são capazes de confortar os outros em momentos de crise
* Um dos membros da sua família agride verbalmente os outros.

PSICOLOGIA CLÍNICA, TERAPIA FAMILIAR E DE CASAL: ARTIGOS

terça-feira, 8 de abril de 2008

DIMINUIÇÃO DO DESEJO SEXUAL

A diminuição do desejo sexual é considerada disfuncional sempre que provoque ansiedade no próprio ou dê origem a problemas relacionais. No entanto, aquilo que acontece em muitos casos é o facto de a diminuição do desejo constituir uma manifestação de outras dificuldades e não “o problema” em si.

Um dos factores comummente associados à falta de desejo é o uso de determinados medicamentos. Os psicotrópicos (antidepressivos, ansiolíticos, estabilizadores de humor) são um exemplo, mas não constituem a única categoria em que este efeito secundário se manifesta – até um anti-hipertensivo pode estar na origem desta alteração. Não raras vezes a ineficiência na comunicação médico-doente pode dar origem a lacunas de informação, que, por sua vez, potenciam os equívocos na comunicação conjugal. Neste caso, embora a mudança na resposta ao estímulo sexual seja explicável pelo uso de fármacos, não deixa de originar problemas sérios. Pouco habituados a falar sobre a sua sexualidade com o médico de família, muitos casais portugueses acabam por fechar-se sobre si mesmos e sobre os seus fantasmas.

Do ponto de vista físico, a ausência de desejo sexual pode ser a tradução de uma situação de disfunção eréctil ou de vaginismo (contracção involuntária dos músculos próximos à vagina que impedem a penetração do pénis, dedo, ou espéculo ginecológico ou mesmo um tampão). Mas os factores fisiológicos não se esgotam nestas duas perturbações. Algumas alterações hormonais, por exemplo, também estão na génese deste tipo de problemas.

Do ponto de vista psicológico, o stress, o cansaço e os distúrbios do sono constituem os factores mais frequentemente apontados como subjacentes à diminuição do desejo. Genericamente, tratar-se-ão de situações pontuais e, por isso mesmo, solucionáveis através das competências do próprio casal. Mas se a falta de desejo se prolongar indeterminadamente, é possível que haja outras dificuldades:

  • A mais frequente é o tédio, ou seja, o facto de o acto sexual (e, em muitos casos, o próprio relacionamento) ser quase sempre “aborrecido”.
  • O facto de um dos membros do casal ser extremamente exigente do ponto de vista sexual pode resultar na diminuição do desejo.
  • Algumas pessoas deixam de se sentir atraídas pelo seu cônjuge, mas não têm coragem de o dizer abertamente.
  • Nalguns casos, o facto de um dos membros do casal ser demasiado autoritário e de o outro se sentir “dominado” faz com que a falta de desejo sexual constitua uma forma de exercer poder.
  • Mas também pode tratar-se de uma situação de depressão.

As dificuldades na comunicação conjugal podem ser de tal ordem que um dos cônjuges acaba por usar o facto de estar doente, com dores ou cansado para evitar o acto sexual.

Adivinha-se, portanto, a importância do pedido de ajuda. Por mais constrangedor que seja, expor a intimidade sexual a um terapeuta especializado pode significar o primeiro passo na resolução de um problema que o casal não é capaz de gerir sozinho. Nos casos em que a base do problema é psicológica/ relacional, a terapia conjugal pode ser eficaz. Neste caso, é fundamental que o cônjuge da pessoa que não sente desejo sexual se mostre apoiante e compreensivo, sob pena de agudizar o problema.